domingo, 17 de fevereiro de 2008

Matéria atrái matéria

Foi assim que o a sobra de Existência se uniu em porçoões maiores ou menores de Criação. A forma de aglomeração é a do equilíbrio total: a esfera. É a menor superfície capaz de armazenar o maior número de energia.

De repente a criação se deu conta de sua Era. Ainda que o Nada tivesse ganho uma porção de espaço muito maior, a Existência percebeu que só se podia entender como bela através do seu antagonismo. O outrora inimigo passou a ser necessário. A isso se denominou amor. Amor nada mais é do que elo. E o elo infinito entre o Nada e a Criação não vinha daquele momento. Na verdade nem tinha início ou fim; só se transformava.

Aquelas pequenas porções de Existência tinham seus infinitos internos. O espaço se subdivide em infinito não só pra fora de um objeto, mas também para seu interior. Por isso, ao Universo, não faz e nem nunca fez sentido falar em tamanho, em medida.

Fato é que cada uma daquelas pequenas porções começaram a escrever uma nova história que agora contava um tempo que em verdade era final de outro.

Pouco a pouco as Existências começariam a comunicar-se entre si. (continua...)

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