Foi assim que o a sobra de Existência se uniu em porçoões maiores ou menores de Criação. A forma de aglomeração é a do equilíbrio total: a esfera. É a menor superfície capaz de armazenar o maior número de energia.
De repente a criação se deu conta de sua Era. Ainda que o Nada tivesse ganho uma porção de espaço muito maior, a Existência percebeu que só se podia entender como bela através do seu antagonismo. O outrora inimigo passou a ser necessário. A isso se denominou amor. Amor nada mais é do que elo. E o elo infinito entre o Nada e a Criação não vinha daquele momento. Na verdade nem tinha início ou fim; só se transformava.
Aquelas pequenas porções de Existência tinham seus infinitos internos. O espaço se subdivide em infinito não só pra fora de um objeto, mas também para seu interior. Por isso, ao Universo, não faz e nem nunca fez sentido falar em tamanho, em medida.
Fato é que cada uma daquelas pequenas porções começaram a escrever uma nova história que agora contava um tempo que em verdade era final de outro.
Pouco a pouco as Existências começariam a comunicar-se entre si. (continua...)
domingo, 17 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
A conquista do Nada e o Equilíbrio
A Existência se fez muito pesada naquele momento. A tentativa de absolutismo fazia da vida um inferno. Nada fluía, tudo era difícil, quente, estafante. Não rara era a corrupção para conseguir intentos pessoais que no final só serviam para aumentar o volume da Criação. Era como se fosse o Mickey e suas vassouras com balde d'água em trabalhos imparáveis e transbordantes.
O Nada significava um alívio, uma saída. A não-informação era uma escapada ao totalitarismo que as circunstâncias impunham. E realmente ganhou adeptos imediatos, que na verdade nem queriam dexistir, mas tampouco viam grande vantagem na Existência. Foi, portanto, a própria dinâmica inflacionária da Criação que acabou por ruí-la.
O vácuo se formou. Pouco a pouco todo aquele excesso, aquela desnecessidade se fizeram perceptíveis. Alguns apocalípiticos viam sinais do fim do universo. Realmente todo câmbio traz consigo insegurança e, calro, toda insegurança é propriciada por algum medo.
Fato é que o fenômeno da dexistência começou a equilibrar as coisas e fazer ver à criação que o Universo está feito disso: do equilíbrio. E a regra número um estava criada: "Nada existe em absoluto".
Os profetas do equilíbrio se prolifereram. O Nada, antes tido como inimigo, agora era visto como um fator essencial para a Criação. Foi assim que se chegou às tres dimensões conhecidas. Foi assim que se chegou a um número limitado de elementos químicos. Foi assim que se delimitou o espaço gravitacional entre núcleos e elétrons. Foi assim que o Universo chegou ao seu formato contemporâneo. (continua...)
O Nada significava um alívio, uma saída. A não-informação era uma escapada ao totalitarismo que as circunstâncias impunham. E realmente ganhou adeptos imediatos, que na verdade nem queriam dexistir, mas tampouco viam grande vantagem na Existência. Foi, portanto, a própria dinâmica inflacionária da Criação que acabou por ruí-la.
O vácuo se formou. Pouco a pouco todo aquele excesso, aquela desnecessidade se fizeram perceptíveis. Alguns apocalípiticos viam sinais do fim do universo. Realmente todo câmbio traz consigo insegurança e, calro, toda insegurança é propriciada por algum medo.
Fato é que o fenômeno da dexistência começou a equilibrar as coisas e fazer ver à criação que o Universo está feito disso: do equilíbrio. E a regra número um estava criada: "Nada existe em absoluto".
Os profetas do equilíbrio se prolifereram. O Nada, antes tido como inimigo, agora era visto como um fator essencial para a Criação. Foi assim que se chegou às tres dimensões conhecidas. Foi assim que se chegou a um número limitado de elementos químicos. Foi assim que se delimitou o espaço gravitacional entre núcleos e elétrons. Foi assim que o Universo chegou ao seu formato contemporâneo. (continua...)
domingo, 27 de janeiro de 2008
Nosso Ponto de Partida
O que passou naqueles tempos em que nem tempo havia foi que o Nada conveu a toda a Existência de dexistir.
Tudo se deu atrvés de uma artimanha publicitária em que o Inominável convenceu a Criação a experimentar não existir por alguns momentos.
Na verdade Ela tinha parte de culpa no ocorrido.
Antes da Dexistência generalizada, o Nada se via desesperado, a ponto de morrer.
Já se haviam criado mais de 15 dimensões físicas e mais de cem espaços paralelos. Aquela sobrexposição de matéria inflacionada fazia o Império da Criação ruir por si só.
O Nada nada mais foi que um oportunista de plantão. Percebeu que já não se absorvia mais a quantidade brutal de informação que a criação gerava a cada momento de seu suposto êxito.
Foi assim que ao Nada lhe ocorreu investir toda as suas poucas fichas de espaço não preenchido em uma verdadeira campanha do "Novo", Conheça o "Novo", Viva o "Novo"!
E o "Novo" nada mais era que convencer a criação em dexistir, em experimentar a não existência por alguns instantes.
O Nada se esmerou em seu planejamento. Mas a verdade é que o momento estava propício a ele. Nenhum elemento da Criação aguentava mais o peso de tanta existência junta. Era um emaranhado de informação que explodiria em um estopim de inexistência a qualquer momento.... continua
Tudo se deu atrvés de uma artimanha publicitária em que o Inominável convenceu a Criação a experimentar não existir por alguns momentos.
Na verdade Ela tinha parte de culpa no ocorrido.
Antes da Dexistência generalizada, o Nada se via desesperado, a ponto de morrer.
Já se haviam criado mais de 15 dimensões físicas e mais de cem espaços paralelos. Aquela sobrexposição de matéria inflacionada fazia o Império da Criação ruir por si só.
O Nada nada mais foi que um oportunista de plantão. Percebeu que já não se absorvia mais a quantidade brutal de informação que a criação gerava a cada momento de seu suposto êxito.
Foi assim que ao Nada lhe ocorreu investir toda as suas poucas fichas de espaço não preenchido em uma verdadeira campanha do "Novo", Conheça o "Novo", Viva o "Novo"!
E o "Novo" nada mais era que convencer a criação em dexistir, em experimentar a não existência por alguns instantes.
O Nada se esmerou em seu planejamento. Mas a verdade é que o momento estava propício a ele. Nenhum elemento da Criação aguentava mais o peso de tanta existência junta. Era um emaranhado de informação que explodiria em um estopim de inexistência a qualquer momento.... continua
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